Base resistente e estável
Avaliar o concreto, as cargas e a resistência superficial. Confirmar aderência e identificar regiões fracas ou destacadas.
Fale pelo WhatsApp Responda sobre a sua operação. Veja os produtos ESP a avaliar
e o que preparar antes de receber o revestimento.
A página 30 da ABNT NBR 14050:1998 compara cinco tipos de revestimento epóxi. Para escolher, considere tráfego, impactos e desgaste, acabamento, limpeza e inclinação da superfície. A tabela mostra quais opções atendem, têm restrições ou não são recomendadas. O contato com produtos químicos precisa de avaliação específica.
Responda abaixo para relacionar essas necessidades aos produtos ESP.
Comece pela operação. O segmento dá contexto; as condições de uso orientam a seleção.
O que precisa ser verificado e combinado com a equipe da ESP.
Avaliar o concreto, as cargas e a resistência superficial. Confirmar aderência e identificar regiões fracas ou destacadas.
Medir a umidade e investigar sua origem. Concreto novo e aparência seca não liberam, sozinhos, a aplicação.
Remover nata, pó, óleo, graxa e materiais sem aderência. Definir o preparo mecânico e o perfil para receber o sistema.
Investigar fissuras e detalhar juntas de movimentação, ralos, caimentos, rodapés e encontros antes da execução.
Confirmar primer, espessuras, camadas, intervalos e condições ambientais. Os componentes devem ser compatíveis entre si.
Combinar cor e textura de referência, inspeções e ensaios. Registrar a entrega e respeitar as liberações para tráfego, lavagem e contato químico.
Referência do mapa: página 30 da ABNT NBR 14050:1998. A edição aplicável deve ser confirmada no projeto.
As características dos produtos foram consultadas nos boletins ESP, páginas 1 e 2. Cada resultado oferece o link do documento. Não são inferidas resistências a produtos químicos específicos, temperaturas máximas ou limites de carga que o boletim não informa.
A matriz epóxi é informativa. Ela atribui tráfego nenhum à pintura e leve ao autonivelante, enquanto os boletins apresentam aplicações e prazos de cura para diferentes operações. Nesta ferramenta, o ESP I250 também pode aparecer para tráfego leve por critério da seleção ESP, desde que os demais requisitos permitam. Essa inclusão não altera a classificação da matriz. Prazo para trânsito pesado não é classe de tráfego. A triagem trata tráfego como escala crescente e prioriza menos restrições, depois acabamento e demais requisitos; essa ordenação é própria da ferramenta.
Condições de caimento e temperatura que não permitem seleção automática exigem avaliação técnica. A ferramenta não seleciona o tipo 02 para uso acima de 60 °C.
Multicamada, decorativo e ESD dependem da composição completa. Ligar um produto a uma família não comprova todos os requisitos da norma. Exigências de assepsia, potabilidade, contato com alimentos e características elétricas precisam de avaliação própria.